Tudo vai dar certo!

Escolhi este espaço, para expor meus pensamentos com frequência, compartilhar com todos a maneira que encaro a vida e o que espero dela. Mas… Fui surpreendida com alguns acontecimentos, e acabei deixando a decepção tomar conta de tudo, e simplesmente abandonei minhas atividades e compromissos.

É difícil saber que as pessoas são capazes de nos magoar, é complicado aceitar que não somos perfeitos, que falhamos. É triste encarar a realidade, quando esta realidade não nos agrada.

E quando nos deparamos com situações assim, o que fazer? Se fechar num quarto escuro e esperar a dor passar? Gritar, espernear e contar pra todos que seus princípios estão abalados? Sumir para sempre só para não encarar o problema?

Nestes últimos dias, estava agindo desta maneira. Mas, eis que cada dia que amanhece e eu abro meus olhos, continuo na mesma, sem progressos e com a mesma dor no peito. Então percebo que fugir não é a solução.

Vamos encarar de frente e cabeça erguida, se hoje choro amanha vou sorrir.

A vida é cheia de surpresas, sejam elas boas ou ruins, estamos sempre aprendendo. Vamos abrir as janelas, deixar o sol entrar e a energia girar, porque muitas coisas boas estão por vir.

Força, fé e foco!

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Quem acha que sonho de criança não vale a pena, não sabe de nada…

Há quase vinte anos atrás, enquanto assistia a um jogo do São Paulo com meu pai, comentei com a ingenuidade de uma criança e a sabedoria do “já querer ser gente grande”: “Este jogador é bom, né pai?”.  Foi aí que surgiu o respeito e a admiração por aquele baixinho de 1,67m de corpo franzino, o Juninho.

Foram jogos e mais jogos assistidos e analisados pelo olhar de uma criança, que se julgava a mais esperta das comentaristas de futebol.

Entendia tudo, sabia tudo e mais que isto, precisava saber tudo da vida deste jogador. O jogador que tinha o poder de manter uma criança de apenas dez anos de idade,  concentrada na frente de uma televisão, por mais de 90 minutos ininterruptos.

Este carinho foi aumentando a cada drible, a cada gol, a cada título. Foi então que tomei a
iniciativa de fazer um dossiê, um dossiê Osvaldo Giroldo Junior.

Passei a vasculhar todos os jornais e revistas, e cada notinha publicada a respeito dele, guardava.

O tempo foi passando, passando, e aquele material que guardava só me trazia saudades e vontade de um dia poder expor esta admiração e idolatria de infância. Um sonho!

Então decidi compartilhar este sentimento, com o dono do sentimento. Mas como? Com determinação. E assim foi feito.

Depois de alguns contatos, ou melhor, depois de muitos contatos, consegui!

Aquele sonho de criança enfim se realizou, 20 anos depois, tive a oportunidade de passar alguns instantes com este jogador, que fez parte de minha vida.

Aproveitei a oportunidade e o presenteei com sua historia, registrada em um caderninho de
brochura, com algumas mensagens manuscritas.

Um encontro hilário, que guardarei para sempre em minha memória, com a certeza de que os sonhos de criança têm poder, e determinação é fundamental, para conquistar o que deseja.

É preciso traçar um objetivo e correr atrás para alcançá-lo. Tudo é possível sim, basta querer, e buscar é claro!

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O baixinho que venceu os preconceitos e quebrou paradigmas dentro do futebol

Com apenas 1,67m de altura e corpo franzino, Osvaldo Giroldo Júnior, o Juninho Paulista, não aceitou o “não” como resposta e com o apoio da família, correu atrás de seus objetivos e conquistou o seu espaço dentro do futebol.

Mostrou que os baixinhos podem sim obter sucesso dentro do campo, e os “nãos” que recebeu de alguns clubes no inicio de sua carreira, só serviram para incentivá-lo ainda mais.

Nascido na cidade de São Paulo, no dia 22 de fevereiro de 1973, Juninho começou jogando futebol de salão aos seis anos de idade no Juventus, onde logo mais passou a atuar no campo, com apenas 13 anos.

E é ele que nos conta um pouco mais de sua trajetória:

Como começou sua carreira profissional?

Juninho: No inicio, fui dispensado de alguns clubes como Juventus e Corinthians por ser baixinho e corpo franzino. Fui ter oportunidade no Ituano em 1990, quando os diretores e treinadores acreditaram em mim. Em 1992 já estava disputando meu primeiro Campeonato Paulista pelo profissional, ainda com idade juniores, disputei alguns jogos, não era titular. Em 1993 passei a ser titular e joguei todos os jogos do campeonato.

Como foi a sua ida para o São Paulo Futebol Clube?

Juninho: Jogando pelo Ituano, no Campeonato Paulista de 1993, me destaquei e foi onde surgiram interesses dos grandes Clubes de São Paulo, e eu optei pelo São Paulo, época do Telê, com um time maravilhoso, e foi onde comecei ter uma ascensão na minha carreira.

Como foi a sua relação com o Telê Santana, técnico do São Paulo na época?

Juninho: Com o Telê nunca tive problemas, pelo contrário, só me ajudou na carreira. Sempre fui um jogador com medo de fazer coisa errada. Sempre fui bem disciplinado. Jogador com conduta profissional.

Porque decidiu largar o São Paulo e ir para Inglaterra?

Juninho: Ir para Inglaterra foi uma surpresa pra mim. Quando você chega numa equipe como o São Paulo que era a base da seleção brasileira daquela época, e você se destacando, jamais poderia imaginar que depois de dois anos estaria saindo do Clube. Meu contrato com o São Paulo estava terminando, o que eu queria para renovação pois já me sentia um jogador valorizado, o São Paulo em termos financeiros, não queria, então o acordo estava muito longe. Foi ai que surgiu o interesse pelo Middlesbrough. Foi uma situação financeira boa para o São Paulo e boa pra mim. Acreditei num projeto apresentado pelo Middlesbrough e aceitei o desafio.

Depois de Middlesbrough na Inglaterra e Atlético de Madrid, considera a sua volta ao Brasil uma decisão certeira?

Juninho: Decisão muito acertada. Você esquece a questão financeira, você esquece que esta em um país como a Espanha, jogando em um time grande. Mas se o jogador esta descontente, se o jogador não ta jogando, é o que tem que ser feito. O jogador esta feliz quando esta jogando. Tive propostas do Flamengo, do Palmeiras, mas acertei em cheio em vir para o Vasco.

Você passou por varias equipes brasileiras, São Paulo, Vasco, Flamengo, Palmeiras… Qual a equipe brasileira que toma conta do seu coração?

Juninho: Cada equipe tem a sua importância. A equipe do São Paulo no começo de carreira e a equipe do Vasco, não é dizer que tenho um carinho a mais, mas eu joguei em épocas boas, ganhei vários títulos. As duas melhores equipes que eu joguei na minha carreira.

De todos os títulos que ganhou qual o mais importante para você?

Juninho: A Copa do Mundo, que só depois que a gente pára que vê a importância e a dificuldade de ganhar um título deste. Eu tenho um carinho muito grande também, pelo titulo que conquistei em 2004, pelo Middlesbrough, o titulo que nos deu uma vaga na Europa, que ate então não tinha disputado campeonatos europeus.

Pensa em voltar para Inglaterra, agora como administrador?

Juninho: Não vou dizer que não. No momento não penso nisto, não descarto esta possibilidade, pela proximidade que tenho com a cidade, com os torcedores, com o Clube, ficou muito marcante a minha passagem por lá.

Seu último jogo, a despedida dos gramados, o que significou aquele jogo pelo Ituano contra a Portuguesa?

Juninho: Uma emoção muito grande. Uma despedida oficial. Precisávamos de uma vitória para sair do rebaixamento. Foi como ter ganhado um título.

O que o Ituano significa para você?

Juninho: Carinho! Sempre tive um carinho muito grande pelo Ituano, pela cidade de Itu, eu vivi aqui três anos, estudei aqui. E no final da minha carreira eu não tinha ideia de ser treinador, não tenho ideia de ser diretor de Clube grande. Eu tinha ideia de pegar um Clube menor e poder implantar tudo aquilo que eu vivi na minha carreira em termos de organização, por onde eu passei, o que eu acho que é certo, o que eu acho que dá certo no futebol.  E eu vi uma oportunidade no Ituano de fazer isto. Então calhou de o Ituano estar precisando de um gestor naquela época e eu procurando uma situação desta quando terminasse minha carreira, e estamos juntos.

Conquistou grandes amigos em campo?

Juninho: Bastante! Convivo com Caio, Denílson, o grupo do São Paulo, o Doriva que esta comigo no Ituano, o grupo do Vasco, o grupo do mundial de 2002, Cafu, Vampeta, amizade grande.

Um pouco do “pessoal” do Juninho Paulista.

Juninho: Sempre recebi muito apoio do meu pai em toda a minha carreira. E este apoio, hoje transmito ao meu filho de 9 anos, que já treina no Barueri e fala que quer ser jogador. Tudo sem pressão, acho que tem que ser natural.

E para encerrar, em poucas palavras o Juninho nos diz o que representa para ele:

Família: Tudo

Futebol: Minha vida

Ituano: Carinho

Glória: Minha carreira

Fracasso: Contusões

Seleção Brasileira: Ápice

Futuro: Sucesso

E é sucesso que desejamos sempre ao Osvaldo Giroldo Júnior, nosso Juninho Paulista.

 

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Clássico São Paulo x Santos, jogo morno!

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E para estrear aqui, nada mais justo que começar falando do São Paulo Futebol Clube né?! Meu time do coração e o responsável por este meu interesse pelo futebol.

Um clássico, São Paulo x Santos, num domingo de sol, num estádio acolhedor como a Vila Belmiro, o que poderíamos esperar?

O time da baixada, apesar de desfalcado, entra em campo em busca da vitória, e a vontade de conquistar os três pontos e se distanciar ainda mais da zona de rebaixamento. Enquanto o time tricolor nem cogita a derrota e busca a aproximação ao G4.

Mas, nada disto aconteceu. Foi um jogo morno, com muitos erros de passe e sem alterações no placar, encerrou no 0x0.

O que teria acontecido? É claro que Neymar fez falta ao Santos, assim como Lucas também fez falta ao São Paulo, ambos convocados para seleção brasileira, mas não podemos culpá-los, pelo contrário é preciso mostrar resultado a cada rodada.

Este resultado não foi bom para nenhuma das equipes. O Santos continua em 14º lugar na classificação do campeonato com 27 pontos apenas e o São Paulo caiu uma posição, ficando em 6º lugar com 36 pontos e mais distante da vaga no G4.

Mesmo assim, o São Paulo ainda briga por uma vaga na zona de classificação para próxima Copa Libertadores da América, e no meio desta semana, quarta-feira (12), vai até Minas Gerais enfrentar o segundo colocado do campeonato, o Atlético –MG, que luta pela liderança. Vamos torcer!

São Paulo Futebol Clube x Atlético – MG

Dia 12/09/2012 – quarta-feira

Estádio Independência, Belo Horizonte – MG, às 22h (de Brasília).

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